Notícias

HOMENAGEM

Assembleia homenageia policiais civis e institui o Dia da Mulher Policial Civil

15/05/2018 - 12:46

Assessoria | PJC-MT

O Dia da Mulher Policial Civil será celebrado em data no calendário oficial do Estado de Mato Grosso. A data escolhida é o 14 de maio, por representar a criação da primeira polícia feminina no Brasil, em 1955. A iniciativa de instituir a data comemorativa, por meio de Lei Complementar,  é do deputado estadual, Guilherme Maluf, aprovada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em plenário.

Na noite de segunda-feira, 14 de maio, uma Sessão Especial no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, homenageou as mulheres do quatro da Polícia Judiciária Civil, com Moções de Congratulação em reconhecimento público ao trabalho desenvolvido por delegadas, escrivães e investigadoras que somam 1.244 mulheres na Polícia Judiciária Civil, na ativa e aposentadas.

O evento contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Gustavo Francisco Garcia, da delegada geral adjunta da PJC, Silvia Pauluzi, do presidente do Sindicato dos Delegados, Wagner Bassi Junior, o presidente da Associação dos Delegados, José Lindomar Costa,  presidente do Sindicato dos Escrivães, David Padilha Nogueira, e a presidente do Sindicato dos Investigadores, Edleusa Mesquita, além de policiais das três carreiras.

Na abertura da Sessão Especial, o deputado Guilherme Malouf, destacou como justa a homenagem a todas as mulheres policiais civis. "Nada mais justo que as policiais civis tenham uma data para comemorar suas conquistas", afirmou. "Nesta data a sociedade terá a oportunidade de reconhecer e valorizar o trabalho das policiais civis, contribuindo para melhoria permanente das condições de trabalho dessa importante categoria", completou.

 

O secretário de Segurança, Gustavo Garcia, reforçou a importância das mulheres nas unidades policiais. "Hoje as mulheres estão presente em todas as unidades e aptas a todas as atribuições. Tenho orgulho do  trabalho que fazem  no dia a dia e espero que entrem mais mulheres na instituição e que continuem tornando a Polícia Civil mais especializada", afirmou.

"Hoje não conseguimos ver a polícia sem as mulheres, com sua abordagem mais humana. São mulheres guerreiras que constroem uma Polícia Civil diferenciada", completou o presidente do Sindicato dos Delegados, Wagner Bassi.

Em nome das homenageadas, a delegada Cinthia Gomes da Rocha Cupido declarou que o reconhecimento oficial é importante, mas como mulher e policial civil no cargo de delegada, se sente reconhecida  pelo trabalho que desenvolve. "Muito se fala sobre a valorização da mulher, mas entendo que nós policiais civis de Mato Grosso já somos valorizadas, porque mostramos nosso valor e somos reconhecidas na sociedade. Vemos na Polícia Civil que não existe mais uma distinção entre masculino e feminino, porque todos nós somos Polícia. Na PJC não vemos porcentagem quando se vai prestar o concurso, enquanto há em outras instituições", disse.

Delegada Silvia Pauluzi. Foto: Ângelo Varela/AL

A presidente do Sindicato dos Investigadores, Edleusa Mesquita, defendeu a aposentadoria especial para mulheres com 25 anos de trabalho policial. Mato Grosso é um dos estados da Federação que ainda não legalizou esta Lei (144/2014). "Essa data já deveria ter sido reconhecida. A mulher policial representa uma quebra de paradigma, é mãe e ao mesmo com jornada dupla não deixa de desempenhar suas funções. A aposentadoria especial é mais que um direito, é justiça. Pedimos apoio dessa Casa para implantar no Estado de Mato Grosso".

A investigadora da Regional de Cáceres, Maria Aparecida, disse que a policial civil é muito batalhadora e vem ocupando diversos espaços institucionalmente, sendo merecedora não somente da data comemorativa, mas também da aposentadoria especial de 25 anos de polícia.  "Essa data é muito pertinente, engrandece muito a policial. Hoje me sinto engrandecida porque gosto do que faço", destacou.

O presidente do Sindicato dos Escrivães, Davi Nogueira, também reforçou a necessidade da aposentadoria especial. "Esse sim é o verdadeiro reconhecimento ao trabalho da policial feminina. Isso não é benesse é justiça", afirmou.

Para a escrivã Elicassia de Arruda Jaudy Siqueira é gratificante  ter o reconhecimento de sua atuação. “A mulher vem quebrando paradigmas e conquistando seu espaço cada vez mais. O reconhecimento engrandece a Polícia Judiciária Civil”, disse.

 

A PJC também está no Facebook, Flickr e Instagram. Siga-nos!

Assessoria de Comunicação Social
www.pjc.mt.gov.br
asscom@pjc.mt.gov.br
(65) 3613-5673

Compartilhe essa notícia