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POLÍCIA JUDICIÁRIA CIVIL

Vinte profissionais da Segurança finalizam curso de mecânica de armas

10/11/2017 - 17:41

Assessoria | PJC-MT

Dezoito investigadores, um soldado e um perito finalizaram nesta sexta-feira (10.11), a segunda turma do Curso de Mecânica de Armas, ofertado pela Academia da Polícia Judiciária Civil. Os vinte profissionais estão agora aptos a atuarem na manutenção e conservação do armamento de suas unidades e também o de uso pessoal.

O curso iniciou na segunda-feira (06), com a participação de policiais civis lotados em unidades das Regionais de Água Boa (Canarana), Sinop, Primavera do Leste (Gaúcha do Norte), Alta Floresta, Rondonópolis, Guarantã do Norte, Barra do Garças, Cáceres, Nova Mutum, Tangará das Serra, Juína, Pontes e Lacerda, Confresa, Cuiabá e Várzea Grande, além das duas instituições convidadas, a Polícia Militar e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O curso, com carga horária de 40 horas/aulas, visa qualificar os servidores da Polícia Judiciária Civil da capital e do interior, com conteúdos teóricos e práticos em disciplinas de técnicas de manuseio, limpeza e manutenção de armas de fogo. Os instrutores são da Acadepol, juntamente com convidados de outras instituições.

Durante uma semana, os policiais montaram e desmontaram armas curtas como o revólver calibre 38 e as pistolas modelos PT 940, PT 640, PT 100, 24/7, a Imbel, e também armas longas como espingarda calibre 12, as carabinas CT40, CTT40, SMT 40, e ainda o funcionamento, montagem e desmontagem de alguns fuzis como o 5.56 e o 7.62, e algumas submetralhadora.

“O objetivo é fazer com que o policial entenda os mecanismos que existem nas armas, tanto a arma curta quanto a longa. Durante o curso eles apreendem a montar desmontar e identificar as peças que possivelmente podem estar quebradas”, disse um dos instrutores, o investigador Claudinei Farina.

O curso ajuda o policial que está no interior a identificar problema no arma e assim encaminhar a peça com defeito a Gerência de Armas e Munições, da Diretoria de Execução Estratégica (DEE), em Cuiabá, não sendo necessário enviar arma completa.

Da Regional de Água Boa, lotado na Delegacia de Canarana, o investigador Gustavo Reckziegel, destacou a necessidade de constantes nivelamentos com arma de fogo, para o bom desempenho das técnicas e também a conservação da ferramenta de trabalho. “É fundamental, relembra procedimentos padrão adotados pela Polícia Civil. No dia a dia influência na segurança individual e de quem está junto”, disse.

No último do dia do curso, as armas montadas e desmontadas foram testadas na pista de tiros, do Stand da Academia. “Após essa desmontagem e montagem trazemos os alunos para instrução com todas as plataformas de armas que trabalhadas durante a semana”, explicou Farina.

O soltado da Polícia Militar, Armando Kreyner, agradeceu a vaga cedida à Polícia Militar e destacou ser essencial a capacitação. “Para nós da Polícia Militar esse tipo de instrução é fundamental”, afirmou.

 

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